sexta-feira, 31 de julho de 2009

AVISO IMPORTANTE

Queridos Caminhantes do Reino:

Graça e Paz da parte do Eterno e do Mestre:

Domingo, dia 02 de agosto, às 10 horas, na Escola Estadual Geraldo Teixeira da Costa, teremos o nosso Encontro Comunitário da Estação Caminho da Graça em Santa Luzia.
Na oportunidade, estaremos refletindo sobre o Tema "Relacionamentos como Base de Fé e Crescimento no Evangelho" e querendo o Eterno, teremos conosco a ilustre presença do nosso amado irmão "Luiz Antero" da Estação BH.
Queridos, por favor, não deixem de participar desse encontro, que para nós é de extremo valor e importância. O assunto de nossa reflexão e de vital importância para nosso Crescimento e compreensão do Evangelho.
Contamos com vocêsQue a Graça do Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo seja com todos vocês e suas Casas.

Nele, que nos deu um novo mandamento para que nos amemos uns aos outros, como ele nos amou.

No mais,

Um forte abraço.

Márcio Alebral
"O Caminho da Graça não é um lugar, são as pessoas!"
"O Segredo é o Próximo."

terça-feira, 28 de julho de 2009

O QUE É JUGO DESIGUAL NO CASAMENTO?

Olá, Pr. Caio!Estamos com uma dúvida que parecia simples, até nos depararmos com a questão.Minha irmã tem 35 anos, está divorciada há três anos, não tem filhos, e nunca mais teve nenhum relacionamento depois que se separou.Há algum tempo conheceu um homem que parece ter os predicados que ela desejava. É um cara legal, inteligente, tem idade próxima à dela, e também já teve uma experiência de um casamento.Eles estão gostando um do outro. Mas se apresentou um impasse: Ele não é crente!Não sei mais o que pensar sobre isso. Sei que existem homens bons e ruins dentro e fora da Igreja, e é ilusão pensar que uma relação daria certo só pelo fato dos dois serem crentes. Está difícil dar conselhos a ela sobre a situação. Ela é uma mulher linda, muito sensata, e uma pessoa maravilhosa.Nós estamos realmente querendo saber o seu ponto de vista sobre isso. Vai ajudar bastante!Desde já agradeço a atenção e o carinho.______________________________________________________________________________Resposta:Minha querida: Graça e Paz!Há alguns meses respondi aqui no site uma questão oposta, acerca do chamado “jugo desigual”, que no meio evangélico apenas se aplica ao casamento com alguém que não seja evangélico. Ou seja: os evangélicos acham que as mulheres da igreja só podem casar com os homens da igreja, pois, supostamente, dentro da igreja, não há jugo desigual entre os membros, pois todos são “crentes” nas mesmas “doutrinas”. A implicação desse “raciocínio” (difícil é usar a palavra “raciocínio” para descrever qualquer coisa classicamente “evangélica”) é que “fora da igreja” só há incrédulos. Isto porque ser “crente”, para os evangélicos, não é uma questão de ser, mas de estar... e estar em conexão institucional com a igreja e suas doutrinas. O que escrevi para a moça que estava na dúvida acerca de se casava ou não com um crente teve o seguinte teor:__________________________________________________________________________________“Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos”—disse Paulo. Eu digo a você: “...nem com os crentes também”. Jugo desigual é todo caminhar onde o amor não se nivela; é toda caminhada conjugal onde não há amor; é o que você está vivendo: ele quer, você não. Será um desgraça dolorida insistir.Muitas vezes as pessoas casam por causa da família. A pessoa é boa, é crente, é responsável, a família gosta, a gente se acostuma, vê apenas de vez em quando, casa, leva pra casa, começa a comer sal junto, a ter que enfrentar problemas, a conhecer o outro, e, então: BUM! EXPLODE!Se você não o ama, não case com ele. Não case com ninguém de quem você não goste. Será uma tragédia. Uma prisão horrível. Uma dor escandalosa!Seus pais e amigos não dormirão com ele, não terão filhos dele, não terão que agüentar nada, mas você sim. A vida ao lado de alguém a quem não se ama de acordo com a proposta de amor dentro da conjugalidade, é um inferno.Pelo amor de Deus! Não case com ele só porque ele é gente boa e porque você também é gente boa!Gente boa, quando não ama o outro, faz mal também, mesmo quando tenta evitar. O simples fato de não amar já é o mal, mesmo que a pessoa seja gente boa. Sem amor tudo faz mal. Nada aproveita. Os maiores sacrifícios são em vão. E como tenho dito, casamento não é missão.Casar-se com alguém a quem se ama já trás seus pesos, imagine com quem não se ama!Não deixe que as formalidades, as aparências, as opiniões, as conveniências, os ministérios, o IBOPE eclesiástico, e os gostos familiares sejam a sua prisão para o resto da vida; ou quem sabe, a desgraça que se voltará contra você em pouco tempo; pois você casará, será infeliz, desejará se separar, e todos a JULGARÃO LEVINA!Minha querida irmã, não se entregue a ninguém contra o seu coração. Você não vive numa Republica Islâmica. Você vive na Liberdade da Graça de Deus, no Reino de Deus. E se no Reino de Deus a gente não tiver a liberdade de decidir com quem casa, então, que Boa Nova é essa? Não é Boa Nova, mas sim a Velha Prisão!____________________________________________________________________________________Ora, isso foi o que eu disse a quem era crente e estava na iminência de casar com um outro crente, só que a moça não o amava, mas estava dando uma chance ao casamento apenas porque o cara era crente e “ministro de louvor”.No caso de sua irmã, digo o seguinte:1. Quando Paulo falou de não se prender ao jugo desigual com os “incrédulos” (Primeira Carta aos Coríntios), ele se referia a um espírito, não a uma “membresia de igreja” — nada disso existia naqueles dias! Sim, ele fazia referencia a um “modo de ser”. A prova disso aparece na carta seguinte dele aos Coríntios, quando o apóstolo diz que o “incrédulo” ao qual não se deve associar sob hipótese alguma é justamente aquele que se diz “crente”. Portanto, ele fala de um espírito, de um modo de ser, e não de uma filiação religiosa.2. Quando Paulo disse isso, havia um contexto bem diferente do nosso à volta dele. Corinto era uma cidade "riodejaneirizada" do ponto de vista do comportamento frouxo. Os cultos aos deuses lá grassavam de modo extremo. Afrodite era a deusa por excelência no alto da Acrópole de Corinto. O culto a Afrodite também envolvia a prática da “prostituição cultual e dos sacrifícios” à deusa. Além disso, dentro da cidade, ao lado do lugar onde os discípulos se reuniam, havia o templo de Apolo, imenso, e no qual oferendas eram feitas ao deus todos os dias. Esse era o contexto.3. Assim, Paulo não quer saber de “membresia cristã” para validar o casamento — posto que alguém pode ser “da igreja” e ser um incrédulo existencial, vivendo sem Deus no ser, e sem atitudes e modos bondosos —, e também não acha que seja bom alguém se casar com a total disparidade de espírito e consciência, conforme poderia acontecer no caso de uma mulher (ou homem) discípula de Jesus vir a se casar com um adorador de Afrodite ou Apolo. Portanto, tratava-se de algo ostensivo e explicito, e equivaleria a dizer: “Não se prenda a desníveis relacionais com aqueles que andam conforme outra consciência pessoal, posto que isto jamais permitirá que haja um caminho de harmonia entre as partes”. Esse é o espírito do jugo desigual, e não se prende apenas ao casamento, mas a toda forma de vinculo que pretenda ser contínuo e estável.4. Se o cara é gente boa e sua irmã gosta dele e ele dela, sugiro que namorem, e que se conheçam bem. E se após isto ela ainda julgar que ele é gente boa e um homem de verdade, que se case com ele, e que busque viver em paz. Aliás, se esse for o caso, é praticamente certo que ela o santificará nesse convívio; e, ele mesmo, logo estará confessando a fé juntamente com ela. Aliás, se ele é brasileiro, a incredulidade dele deve ser apenas aquela de não ser “evangélico”, mas duvido que haja nele qualquer outra forma de rejeição à fé; exceto aquela razoável rejeição de olhar para a jactância dos evangélicos e não gostar do resultado. No entanto, mesmo sem nada saber, acredito que ele nem tais avaliações pertinentes está fazendo. Certo?5. Casamento é a profissão de fé do amor. E onde duas pessoas se amam, o caminho da comunhão é certo. No mais, o justo também casa pela fé. Mas a precondição é amor.Esta é a minha opinião. É nesse espírito que compreendo a Palavra nessa questão. E é assim que penso há pelo menos 26 anos.

Receba meu carinho!

Nele,

Caio

(Respondido em 2004)

sexta-feira, 24 de julho de 2009

CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO DO EVANGELHO

CRESCENDO NA GRAÇA E NO CONHECIMENTO DO EVANGELHO

Por Caio Fábio

A Graça é inclusão imerecida em tudo o que Deus chama bom e bem.
Desse modo a Graça nos inclui para nos acolher e nos inclui para nos enviar.
Sim! Porque a Graça é tudo. Graça é o que de Deus nos vem. E o que Dele não nos vem?
Ora, no início minha preocupação era com a dimensão inclusiva da Graça e com o poder de anulação da Lei como meio de salvação, posto que se é de Graça não decorre de Lei, conforme Paulo.
Assim, dediquei os primeiros anos dessa nova jornada ao trabalho de ajudar as pessoas entenderem essa dimensão fundamental. Penso que a maioria entendeu.
Agora, chegou a hora de avançar nas muitas e infindáveis outras dimensões da Graça de Deus em nós.
Chegou a hora da Graça do Trabalho.
Chegou a hora da Graça de dar.
Chegou a hora da Graça de se dar.
Chegou a hora da Graça de expandir dons e serviços da fé.
Chegou a hora da Graça como missão no mundo.
Chegou a hora da Graça como compromisso.
Chegou a hora da Graça como o privilégio de ser responsável.
Chegou a hora da Graça para os gratos e engajados por amor.
A Graça nos tira do lixo para o tesouro!
Mas tem gente que deseja apenas a Graça que perdoa quem está no lixo, embora não haja em tais pessoas nenhum desejo de sair de lá. Assim, a Graça salva pelo fogo, mas não derrama fogo do céu sobre a cabeça da pessoa como poder e unção.
Em outras palavras (e minha mulher e alguns irmãos do Caminho são minhas testemunhas quanto ao que direi) — chegou a hora na qual aqueles que dizem que são abençoados com o que ensino, me levem mais a sério do que nunca, pois, esse tempo todo, apenas aguardava a hora madura para iniciar essa outra viagem: a jornada na Graça como alegria de servir a Deus e ao próximo, com todos os dons da Graça que o Espírito Santo sobre nós tem derramado.
Agora é que a viagem começará a ficar linda, rica e excitante!
Você vem?

Nele, em Quem a Graça não é vã,

Caio

terça-feira, 14 de julho de 2009

RESUMO DA MENSAGEM AOS GÁLATAS



Estou admirado de vocês estarem abandonando tão depressa aquele que os chamou por meio da graça de Cristo, para aceitarem outro evangelho. Na realidade, porém, não existe outro evangelho. somente pessoas que estão semeando confusão entre vocês, e querem deturpar o Evangelho de Cristo.” (Edição Pastoral – Paulus, 2002)
Gálatas 1.6-7

Depois de visitarem as quatro cidades da Galácia evangelizadas durante sua primeira viagem missionária, Paulo e Barnabé voltaram a Antioquia e relataram à igreja como Deus “abrira a porta da fé aos gentios” (At 14.27). E permaneceram ali por um longo tempo com os discípulos.
Lucas relata que durante esse período, “alguns homens desceram da Judéia para Antioquia e passaram a ensinar aos irmãos: ‘Se vocês não forem circuncidados conforme os costume ensinado por Moisés, não poderão ser salvos’ ” (At 15.1). Trata-se por certo do mesmo fato mencionado em Gálatas 2.12: “Quando chegaram alguns da parte de Tiago” (isto é, que alegavam ser da parte de Tiago, já que mais tarde ele afirmou que eles não tinham sua autorização [At 15.24]). É possível imaginar a confusão provocada por esses visitantes. Eles eram judaizantes, e menosprezavam o evangelho, insistindo que a fé em Jesus não era suficiente para os convertidos gentílicos; eles também deveriam guardar a lei, ou seja, permitir que Moisés completasse aquilo que Jesus havia começado. Até mesmo o apóstolo Pedro se deixou levar pelo ensino deles, de modo que Paulo teve de confrontá-lo publicamente, uma vez que a verdade do evangelho estava em jogo (Gl 2.11-16). Essa atitude de Pedro, no entanto, foi temporária, pois na ocasião do concílio de Jerusalém, ele já havia recobrado o bom senso.
Entretanto, alguns desses judaizantes “encrenqueiros” foram às cidades da Galácia e começaram a ensinar essa mesma mensagem distorcida. É para espanto de Paulo, eles estavam sendo bem-sucedidos. A situação chegou a tal ponto que Paulo considerou a titude dos gálatas como uma deserção da parte deles e invocou um juízo solene sobre qualquer um (anjo ou ser humano, inclusive ele mesmo) que transformasse o evangelho das boas novas da graça (favor gratuito e imerecido de Deus) em uma religião de obras de justiça própria e meritória. Ele foi ainda mais longe, afirmando que se a nossa salvação depende da obediência à lei, então “Cristo morreu inutilmente” (Gl 2.21). Ou seja, se dizemos que podemos obter a salvação por nossos méritos, então estamos indicando que não há necessidade da cruz, Paulo começa e termina com uma referência à graça (1.3; 6.18). O evangelho é a boa nova da graça de Deus, e não há outro evangelho.


Leia Gálatas 1.6-9

QUEM É O VENCEDOR DE DEUS?

Na realidade o “vencedor” do Livro do Apocalipse é um grande derrotado histórico.Sim, pois escolher buscar ser vencedor segundo Deus é assumir que se será um perdedor aos olhos dos homens.Depois que Jesus disse que “o que é elevado entre os homens é abominação aos olhos de Deus”, e, sobretudo, depois que Ele disse aos discípulos que desejavam ter “o poder dos governadores” que entre eles [nós] “não é [seria] assim” — estabeleceu-se o paradigma. Além disso, Ele também deixou claro que o caminho do vencedor era na direção da Cruz. Portanto, não dá para ser um grande campeão dos homens e, ao mesmo tempo, ser um vencedor de Deus!Esta é a radicalidade da escolha que se faz no Evangelho.Quem deseja louvor de todos, aplausos sempre, amigos a qualquer preço, poder sob nobres pretextos [ou nem tanto], e diz orgulhoso “que não leva desaforo para casa”, esse jamais será discípulo de Jesus.Quem tem orgulho de qualquer coisa também não pode ser discípulo de Jesus! O discípulo é um ser morto para o mundo e vivo para Deus, e, no mundo, deseja se doar apenas àquilo que expresse o amor de Deus.A alegria do vencedor segundo Deus não está no mundo, mas no que na pessoa se construa, e também que o fruto de sua vida seja sempre o mesmo: bom e cheio de vida.O vencedor de Deus persevera no bem custe o que custar!O vencedor de Deus é aquele que se impressionou tanto com a glória de Deus que já não está sujeito aos encantos do que seja apenas passageiro..., mas que cobra um preço alto pela prova, pela dentada...; por vezes preço eterno.O vencedor de Deus somente se paga com alegrias eternas, ainda aqui no tempo/espaço.O vencedor segundo Deus é aquele que prefere a alegria dos anjos aos aplausos humanos.Assim é o caminho do vencedor de Deus, e que nunca será o campeão do mundo! Nele, que venceu dizendo-nos: “Segue-me”,

Caio

13 de julho de 2009

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